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Macramê

Clube de Desbravadores Safari 08 abril, 2010 ,

1. Apresentar de forma sucinta um histórico desta arte.

2. O que é um fio de macramê?

3. Conhecer três tipos de fio que sejam bons, e a razão disto.

4. Conhecer os nós básicos no macramê. Conhecer duas variações de cada um destes nós.

5. Como o nó simples é útil no macramê?

6. Quanto de fio é necessário para fazer alcançar o comprimento desejado num produto final?

7. Fazer uma amostra de macramê para ser pendurado na parede, usando os nós essenciais e pelo menos duas variações, por exemplo: ponto meia horizontal, ponto meia vertical, ou meio nó.

8. Fazer dois outros itens de sua escolha usando o nó quadrado, o ponto meia duplo e duas variações de cada um em ambos os itens.

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Missilmodelismo

Clube de Desbravadores Safari ,

(Necessário um instrutor qualificado)

1. Saber e explicar o Código de Segurança do Missilmodelismo.

Código de Segurança do Missilmodelismo

Construção: Minhas miniaturas de foguetes serão feitas apenas de materiais leves como papel, madeira, plástico e folhas de papel alumínio, com a exceção dos suportes de cargas e do mecanismo, feitos de arame ou semelhantes.

Mecanismos: Usarei apenas mecanismos de miniaturas comprados prontos, e os usarei de acordo com as instruções do fabricante. Não mudarei os mecanismos nem tentarei recarregá-los.

Resgate: Sempre usarei um sistema de resgate em meus foguetes em miniatura, para que voltem em segurança ao chão, e para que possam ser lançados outra vez.

Limites de peso: Meu foguete em miniatura não pesará mais de 113 gramas.

Estabilidade: Verificarei a estabilidade de minhas miniaturas antes do primeiro lançamento, exceto quando estiver lançando modelos cuja estabilidade já esteja comprovada.

Sistema de lançamento: O sistema que usarei para lançar meus foguetes em miniaturas deverão ser operados por controle remoto, e em sistema elétrico. Eles conterão um botão que voltará ao "desligado" quando forem lançados. Ficarei a pelo menos 3 metros de distância de qualquer foguete em miniatura ou da plataforma de lançamento até que tenha me certificado que ou a chave de lançamento foi removida, ou a bateria foi desconectada.

Condições de vôo: Não lançarei meu foguete em miniatura em condições de ventos fortes, perto de prédios, fios de eletricidade, árvores altas, perto de aeroportos ou heliportos (onde passem aeronaves em vôo baixo), ou em quaisquer condições que possam ser perigosas à pessoas ou propriedades.

Área de lançamento: Meus foguetes em miniatura sempre serão lançados em local espaçoso, livre de quaisquer materiais de fácil combustão e eu usarei estofo não inflamável em meus foguetes.

Defletores: Meu equipamento de lançamento terá um sistema defletor para evitar que a descarga do equipamento atinja o chão.

Ângulo de lançamento: Não lançarei foguetes de forma que atinja alvos perto do chão. Não usarei explosivos nem caras inflamáveis. O foguete sempre será lançado no máximo a 30 graus da linha vertical.

Teste antes do lançamento: Ao analisar métodos e equipamentos de eficácia ainda não comprovada, determinei, quando possível, a confiabilidade dos mesmos através de testes antes do lançamento. Farei estes em locais totalmente isolados, sem a presença de quaisquer pessoas exceto as envolvidas no lançamento.

2. Saber e explicar a importância dos componentes básicos das miniaturas de foguetes.

3. Desenhar o seguinte: a) os passos do vôo de um foguete de metal, b) um corte transversal de um foguete em miniatura, identificando cada parte, c) uma planta esquemática de um sistema simples de lançamento, usando os símbolos elétricos apropriados.

4. Definir o seguinte:

a. estofo

b. planadores de impulso

c. simulador

d. carga útil

e. apogeu

f. centro de gravidade

g. centro de pressão

h. impulso

i. velocidade

j. ejeção

5. Nomear e descrever pelo menos quatro diferentes sistemas de resgate.

6. A partir de um kit, montar, fazer acabamento e pintar um foguete de estágio único, que tenha um comprimento mínimo de 15 cm. Lançar o foguete com pára-quedas ou outro sistema de resgate.


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Missilmodelismo - Avançado

Clube de Desbravadores Safari ,

(Necessário um instrutor qualificado)

1. Completar a especialidade em Missilmodelismo.

2. A partir de um kit comprado, montar, lançar, e resgatar um foguete em miniatura.

3. Cumprir duas das tarefas a seguir:

a. Projetar e construir (não a partir de kit), fazer acabamento e pintar um foguete de estágio único. Verificar a estabilidade e lançar o foguete com sucesso.

b. Projetar e construir (não a partir de kit), fazer acabamento e pintar um foguete de dois estágios, e lançá-los com sucesso.

c. Projetar, construir, fazer acabamento e pintar um foguete de estágio único com três mecanismos agrupados, e lançá-los com sucesso.

4. Projetar um sistema de lançamento elétrico. Quando o mesmo for aprovado por seu instrutor, construir este sistema e usá-lo para lançar foguetes pelo menos cinco vezes.

5. Descrever e demonstrar uma trajetória de altitude única. Com auxílio de um ajudante, analisar o traçado do mesmo foguete três vezes, usando mecanismos de tamanhos diferentes e comparando altitudes em cada situação.

6. Comparar a velocidade e altitude de dois foguetes com peso e desigh diferente, usando o mesmo mecanismo para os dois.

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Modelagem e Fabricação de Sabão

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Que ingredientes são usados para fazer o sabão?

O sabão é basicamente uma mistura de sais de sódio e ácidos apraxos provenientes de substâncias graxas: sebo, amendoim, coco, calma, oliva, etc.

2. Qual é a diferença entre o sabão e o detergente?

O detergente é uma substância que purifica, ele é um tipo de sabão, afinal também serve para limpar. Porém o sabão a que se referimos é o sabão de pedra mais utilizado em outra ocasiões, como lavar roupa a mão.

3. O que causa a ação limpadora do sabão?

A incrível ação limpadora que se encontra no sabão é por causa da química que encontramos nele.

4. Escrever ou contar uma história sobre a origem e histórico do sabão.

O sabão surgiu no momento em que homem percebeu que nem só de água podiam se lavar nossas sujeiras, então teve a idéia de criar algo para que tudo pudesse se tornar mais limpo. A partir dessa origem faça sua história!

5. Mencionar sete tipos de sabão.

Sabão em pedra, Sabão líquido, Sabão em pó, Sabonete, Detergente, Shampoo e Condicionador.

6. O que é a espuma?

Conjunto de bolhas que se formam à superfície de um líquido que se agita, se fermenta ou que se ferve.

7. Esculpir um objeto numa barra de sabão.

Item prático.

8. Decorar uma barra de sabão para dar de presente.

Item prático.

9. Fazer uma cena a partir de sabão batido, usando pelo menos três cores.

Item prático.

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Modelagem e Fabricação de Sabão - Avançado

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Completar a especialidade de Modelagem e Fabricação em Sabão.

2. Que tipos de gorduras podem ser usadas para fazer sabão?

3. Que produto é usado para fazer sabão transparente?

4. Quais são as vantagens e desvantagens do sabão e do detergente?

5. Que produtos de limpeza são acrescentados à mistura do sabão?

6. O que faz o sabão ficar tão leve que bóie na água?

7. O que torna o sabão duro?

8. Aprender os seguintes versos bíblicos: Jeremias 2:22; Malaquias 3:2.

9. Explicar dois métodos de fazer sabão. Fazer uma medida de sabão seguindo um destes dois métodos.

10. Cumprir um dos requisitos a seguir:

a. Visitar uma fábrica de sabão.

b. Obter informações de um fábrica de sabão, sobre como o mesmo é feito.

c. Estudar e preparar, a partir de uma enciclopédia ou outra fonte, um relatório de uma ou duas páginas em que se explique o processo de fabricação do sabão.

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Modelagem em Gesso

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Qual o principal ingrediente do gesso de Paris?

2. Explicar os passos envolvidos em fazer um objeto de gesso, e como prepará-lo para a pintura.

3. Saber como remover bolhas de ar ao colocar o gesso na forma.

4. Saber como o tempo de secagem pode ser prolongado ou diminuído.

5. Que precauções devem ser tomadas ao limpar os utensílios usados para fazer objetos de gesso?

6. Quando o selador é aplicado ao gesso, e por que deve ser usado?

7. Que tipo de tinta funciona melhor em objetos de gesso?

8. Pintar três objetos que incluam os seguintes desenhos e técnicas, ou algo equivalente:

a. Motivo floral (para demonstrar técnica de sombreamento)

b. Motivo animal (para demonstrar técnica de detalhamento)

c. Tema religioso (para demonstrar técnica de realce nas letras)

d. Motivo frugal (para demonstrar técnica de realce entre luz e sobras)

9. Moldar e pintar dois objetos adicionais, com desenhos diferentes.

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Música

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Tocar ou cantar uma escala, e saber seu nome.

2. Escrever uma escala tanto em clave de Sol como em clave de Fá.

3. Conhecer o meio tom, tom, terça, quinta, e oitava.

4. Ser capaz de distinguir uma marcha de uma valsa, e dar o compasso de cada uma.

5. O que é uma semínima? Uma mínima? Uma semibreve? Desenhe cada uma delas.

6. Dar o nome de cinco grandes compositores e uma composição de cada um deles, incluindo um oratório, peça para piano e uma peça para canto.

7. Tocar com ou sem partitura, ou cantar de memória, 15 hinos e/ou músicas sacras e relacionar o compositor de cada um. (Apenas uma estrofe de cada).

8. Tocar ou cantar de memória, uma peça musical diferente das usadas no item 7.

9. Para instrumentistas; ser capaz de ler à primeira vista e tocar uma peça moderadamente difícil. Explicar todos os sinais e termos musicais encontrados nela.

10. Para cantores: Demonstrar com uma batuta ou com o braço, como reger um grupo de cantores cantando composições escritas em 3/4 e 4/4.

11. Definir o que é uma orquestra, e citar pelo menos cinco instrumentos de uma orquestra.

12. Fazer um resumo biográfico de um famoso compositor de hinos e apresentá-los oralmente a um grupo de pessoas.

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Nautimodelismo

Clube de Desbravadores Safari 06 abril, 2010 ,

1. Cumprir dois dos itens abaixo:

a. Comprar e montar um kit para barco à vela de 25 a 40 centímetros de comprimento e cerca de 10 a 13 centímetros de largura. Manobrar o barco na água durante pelo menos dois minutos.

b. Construir um barco em miniatura, com motor elétrico a partir de seu próprio projeto ou de um kit (tamanho: 25 a 45 cm de comprimento) e manobrar o barco durante três a cinco minutos.

c. Montar um modelo de 45 a 75 centímetros de comprimento a partir de seu próprio projeto ou de um kit comprado. Instalar um motor de combustão interna .029 ou .049 e manobrar pelo menos duas etapas de cinco minutos cada. Anotar por escrito as características do modelo e o que você fez para melhorar seu desempenho.

2. Identificar e definir as seguintes palavras:

a. deslocamento

b. centro de gravidade

c. nível de propulsão

d. impulso e suspensão

e. casco simples

f. energia hidráulica

g. proa

h. quilha

i. viga

j. cavitação

k. adernar

l. nivelar

m. draga

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Numismática

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Relatar sucintamente a história das permutas, apresentando três razões porque o dinheiro veio à existência e mencionando pelo menos dez formas raras de "dinheiro" usadas no lugar da moeda corrente de um país.

As três razões pela qual o dinheiro veio a existência: Facilitar o Comércio, Progresso e Unificar o Sistema Monetário.

Dez formas de dinheiro: cheque, cartão de crédito, débito automático, promissória, vale-transporte, vale-refeição, ouro, ações, imóveis, automóveis, outros metais.

Origem do Dinheiro
Nos tempos mais remotos, com a fixação do homem à terra, estes passaram a permutar o excedente que produziam. Surgia a primeira manifestação de comércio: o escambo, que consistia na troca direta de mercadorias como o gado, sal, grãos, pele de animais, cerâmicas, cacau, café, conchas, e outras.
Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como "salário", o pagamento feito através de certa quantidade de sal; "pecúnia", do latim "pecus", que significa rebanho (gado) ou "peculium", relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito).
As primeiras moedas, tal como conhecemos hoje, peças representando valores, geralmente em metal, surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII A.C.. As características que se desejava ressaltar eram transportadas para as peças, através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, onde os signos monetários eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata.
Embora a evolução dos tempos tenha levado à substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades.
A necessidade de guardar as moedas em segurança deu surgimento aos bancos. Os negociantes de ouro e prata, por terem cofres e guardas a seu serviço, passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus clientes e a dar recibos escritos das quantias guardadas. Esses recibos (então conhecidos como "goldsmiths notes") passaram, com o tempo, a servir como meio de pagamento por seus possuidores, por serem mais seguros de portar do que o dinheiro vivo. Assim surgiram as primeiras cédulas de "papel moeda", ou cédulas de banco, ao mesmo tempo que a guarda dos valores em espécie dava origem às instituições bancárias.
Os primeiros bancos reconhecidos oficialmente surgiram na Inglaterra, e a palavra "bank" veio da italiana "banco", peça de madeira que os comerciantes de valores oriundos da Itália e estabelecidos em Londres usavam para operar seus negócios no mercado público londrino.

As três razões pela qual o dinheiro veio a existência: Facilitar o Comércio, Progresso e Unificar o Sistema Monetário.

Dez formas de dinheiro: cheque, cartão de crédito (visa ou mastercard), débito automático, promissória, vale-transporte, vale-refeição, ouro, ações.

2. Contar resumidamente a história das moedas e/ou dinheiro de papel em seu país, mencionando as datas de estabelecimento de casas da moeda e fábricas de cunhagem. Descubra também algumas mudanças feitas em metais ou desenhos da moeda do país, apresentando quaisquer fatos interessantes a respeito destas mudanças.

O dinheiro de metal também era coisa rara no Brasil do século 16, logo no comecinho da nossa colonização. Como as moedas eram artigo de luxo, o escambo era normal, e as pessoas aceitavam mercadorias como forma de pagamento.

Olhe só quantas "moedas" engraçadas já foram usadas por aqui!

- os escravos africanos usavam uma concha encontrada no litoral da Bahia, chamada zimbo, ou jimbo. As conchas eram usadas no Congo e em Angola, e assim os negros mantiveram sua tradição.

- No início do século 17, o governador do Rio de Janeiro ordenou que o açúcar fosse aceito como moeda. Outras mercadorias também passaram a servir, como ferro, tabaco, cacau, baunilha e cravo. Já no Maranhão, o que valia mesmo era o pano de algodão.

-Lembra que antigamente se usava a expressão "mil réis"? Do século 13 ao século 20, em Portugal e no Brasil, o real tornou-se a moeda corrente. Aqui, era conhecida no plural, "réis", ou "mil réis", mais conhecido como um conto de réis. Quem diria que o real voltaria, muitos anos depois...

- A nossa primeira moeda foi cunhada em 1645. Em 1694, Portugal autorizou a abertura da primeira Casa da Moeda, na Bahia, criada para acabar com escassez e produzir as tão necessárias moedinhas.

3. Explicar como o dinheiro é distribuído pelo governo em seu país.

A casa da moeda, a serviço do Banco Central, faz as moedas e notas, distribuindo-as para os bancos. O banco que recebe as cédulas novas é o banco do Brasil, e através dele é feita a distribuição das notas.

4. Definir quaisquer dos termos a seguir, caso se apliquem ao sistema monetário de seu país:

a. mescla de metais - é a mistura de metais usada para fabricar algumas moedas

b. cunhagem revestida - a cunhagem pode receber um revestimento, para a sua proteção e conservação, a cunhagem revestida

c. moeda comemorativa - algumas moedas feitas em comemoração a algum fato ou data.Veja alguns exemplos:

d. cunho - inscrição feita nas moedas

e. fundo - parte da moeda que fica atrás das imagens e inscrições

f. inscrição - partes escritas das moedas. Pode ser o nome órgão que a expeliu, ano em que foi feita, ou o país de origem

g. borda marcada com letras - em moedas mais grosas, as bordas podem conter inscrições escritas, como é o caso das novas moedas de 50 centavos

h. anverso - É o lado mais importante da moeda, mostra um símbolo escudo ou imagem
que caracterize o país emissor

i. reverso - É a parte da moeda que mostra o valor. Geralmente é nesse lado que aparece
o símbolo do órgão emissor da moeda

j. série - cada 100.000 unidades de cédulas, de mesmo valor e estampa

k. impressão sobreposta - uma impressão em alto relevo

l. evidências de falsificação

1. Observe a marca d'água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d'água.

  • Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.

  • As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d'água apenas a figura da República.

  • As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d'água a figura da República ou a Bandeira Nacional.

  • A cédula de R$2,00 apresenta como marca d'água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.

  • A cédula de R$20,00 apresenta como marca d'água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.

2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.

  • O papel legítimo é menos liso que o papel comum.

  • A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito "BANCO CENTRAL DO BRASIL" e nos números do valor da cédula.

3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.

Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.

4. Observe as micro impressões.

Com o auxílio de uma lente, pequenas letras "B" e "C" poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.

5. Observe a imagem latente.

Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras "B" e "C".

6. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

m. tira magnética - é uma fita magnetizada inserida nas notas

n. tinta fluorescente - Não se aplica ao sistema monetário de nosso país

o. controle de inflação - política desenvolvida pelo governo, para controlar a alta dos preços. Duas das principais formas são as seguintes: alteração na taxa de juros e contensão da base monetária

p. numeração das notas - para evitar a falsificação, o Banco central atribui um numero deferente para cada nota

q. papel-moeda - são as cédulas

5. Descrever o anverso e reverso de dinheiro de papel das cinco notas de valor mais baixo atualmente em uso em seu país.

1 Real - R$ 1,00

Dimensões: 140 x 65 mm.
Cor predominante: verde

Anverso:
Efígie Simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura.

Reverso:
Gravura de um Beija-Flor (Amazilia lactea). O Beija-Flor é típico do continente americano e ocorrem mais de cem espécies no Brasil.

2 Reais - R$ 2,00

Dimensões: 140 x 65 mm.
Cores predominantes: azul e cinza

Anverso:
Efígie Simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura.

Reverso:
Figura de uma tartaruga de pente (Eretmochelys imbricata), uma das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas na costa brasileira.

5 Reais - R$ 5,00

Dimensões: 140 x 65 mm.
Cor predominante: violeta

Anverso:
Efígie Simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura.

Reverso:
Figura de uma Garça (Casmerodius albus), ave pernalta (família dos ardeídeos), espécie muito representativa da fauna encontrada no território brasileiro.

10 Reais - R$ 10,00

Dimensões: 140 x 65 mm.
Cor predominante: carmin

Anverso:
Efígie Simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura.

Reverso:
Gravura de uma Arara (Ara chloreptera), ave de grande porte da família dos psitacídeos, típica da fauna do Brasil e de outros países latino-americanos

20 Reais - R$ 20,00

Dimensões: 140 x 65 mm.
Cores predominantes: amarelo e laranja

Anverso:
Efígie Simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura.

Reverso:
Figura de um Mico-leão-dourado (Leonthopitecus rosalia), primata de pêlo alaranjado e cauda longa nativo da Mata Atlântica, que é o símbolo da luta pela preservação das espécies brasileiras ameaçadas de extinção.

6. Saber como a qualidade das moedas é avaliada pelos colecionadores.

A regra básica para saber o valor das moedas, é o numero de exemplares existentes. Quanto mais rara a moeda, maior o seu valor. Outro item importante é o estado da moeda, sua qualidade também é levada em conta na hora de calcular seu valor. O material do qual a moeda é feita também é levada em conta. Moedas de ouro e prata valem mais do que as de ferro, por exemplo.

7. Ter moedas ou notas de dez diferentes países. Descrever o que há em cada uma delas, dar os nomes de pessoas ou objetos retratados nas mesmas, e, quando possível, mencionar as datas de cada uma.

8. Cumprir um dos seguintes itens:

a. colecionar pelo menos cinco moedas ou notas de seu país que não estejam mais em circulação.

b. colecionar uma série datada de moedas de seu país, começando com o ano de seu nascimento (não é necessário incluir moedas raras ou caras).

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Origami

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Definir o que é um Origami. De onde veio? Como era usado e como foi desenvolvido?

2. Identificar os símbolos para os termos a seguir:

a. dobra do vale

b. dobra da montanha

c. corte

d. dobra

e. segurar aqui

f. preste atenção aqui

g. frente

h. verso

i. dobrar, abrir ou aplicar força

j. dobrar em cima da dobra

k. virar o modelo

3. Demonstrar as seguintes dobras:

a. dobra ao reverso

b. dobra achatada

c. dobra de livro

d. dobra preliminar

4. Demonstrar as dobras das seguintes bases:

a. base pássaro

b. base bomba d´água

c. base de sapo

5. Dobrar os seguintes modelos:

a. cães

b. botão de lótus

c. cigarra

d. mosca

e. borboleta

6. Escolher dos seguintes modelos para dobrar ou selecionar modelos semelhantes a partir de livros de Origami:

a. sapo que pula

b. pombo correio

c. barco à vela

d. galinha

e. folha

f. cão que caminha

g. pato

7. Dobrar um modelo de sua escolha - a partir do item 5 ou 6 - de memória.

8. Ilustrar uma história da Bíblia usando vários modelos de Origami.

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Ornamentação com Flores

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Citar o nome de seis espécimes de flores perenes e seis de floração anual que sejam apropriadas para a ornamentação interna.

2. Citar o nome de pelo menos três espécies que florescem na primavera ou no início do verão, que sejam apropriadas para ornamentação interna.

3. Citar pelo menos três flores que não se conservam bem após cortadas, e três que se conservam bem após o corte.

4. Apresentar seis sugestões para o corte de flores e cuidados após o corte, bem como quando cortar, como cortar e como mantê-las.

5. Em que estágio de seu desenvolvimento deve-se cortar as rosas, palmas e dálias?

6. Apresentar três sugestões sobre a relação dos recipientes com as flores usadas, e três sobre a relação do arranjo de flores com o cômodo e móveis do mesmo.

7. Na ornamentação com flores, qual deveria ser a relação entre as cores mais escuras e mais claras, flores maiores e menores, abertas ou parcialmente abertas?

8. Fazer dois arranjos de flores para cada uma das áreas a seguir:

a. decoração de mesa

b. uso geral da casa

c. local público

9. Quais são algumas das flores silvestres que podem ser usadas na ornamentação de uma casa? Que combinação destas flores podem ser usadas?

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Pintura em Tecido

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Saber como preparar o material para pintura.

É necessário termos pincéis de vários tamanhos, tintas das cores que serão utilizadas, um pedaço de tecido, algo reto e duro para apoiar o tecido (azulejo), cola de tecido e um copo com água.

2. Saber como traçar e transferir uma estampa para o tecido.

Traçar com o lápis no próprio tecido, colocar a estampa em cima do tecido e passar com o lápis.

3. Quanto tempo deve-se esperar para que a tintura seque?

10 a 20 minutos

4. Demonstrar a centralização da estampa no tecido.

Item prático.

5. Saber como misturar a tinta e limpar os pincéis após terem sido usados.

Item prático.

6. Pintar uma estampa de cada fruta (para aprender a realçar luz e sombras); flores (para desenvolver um bom sombreado); e rosto humano (para aprender o uso do pincel fino).

Item prático.

7. Usando um estêncil, para pintar algum objeto com pelo menos duas cores.

Item prático.