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Ginástica Acrobática

Clube de Desbravadores Safari 08 abril, 2010 ,

1. Relacionar as precauções de segurança que devem ser seguidas por cada ginasta.

2. Descrever as posições básicas:

a. agache

b. tronco flexionado

c. hiper extensão

d. posição com as pernas abertas

e. extensão

f. grupada

g. carpada

3. Realizar as seguintes acrobacias com técnica e movimentos elegantes:

a. agachado, fazer rolamento de frente, na posição grupada

b. fazer rolamento de frente, na posição carpada

c. rolamento com salto (igual à altura do ginasta)

d. rolamento de costas, partindo da posição com pernas abertas

e. parada sobre cabeça

f. parada sobre as mãos

4. Executar 6 dos seguintes exercícios, com movimentos elegantes, com uma segunda pessoa:

a. parada de pé sobre os joelhos

b. parada com apoio no tronco

c. parada com apoio duplo

d. parada sobre ombros

e. apoio horizontal combinado

f. prancha alta (extensão horizontal) acima das mãos da pessoa em hiper extensão

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Ginástica Acrobática - Avançado

Clube de Desbravadores Safari ,

(Necessário o acompanhamento de um instrutor)

1. Completar a especialidade Ginástica Acrobática.

2. Exercitar com boa forma os seguintes exercícios individuais:

a. kippe

b. roda (2 mãos e 1 mão)

c. reversão simples

d. flic-flac

e. rodante

3. Realizar quatro das acrobacias individuais a seguir, com técnica e movimentos elegantes:

a. mortal para frente

b. salto para frente com apoio de cabeça

c. flic-flac com um braço

d. roda sem as mãos

e. reversão com uma perna

f. ponte de frente

g. ponte de costas

h. reversão livre

i. mortal com parafuso

j. rolamento saindo da parada de 2 apoios (parada de mão)

k. ponte simples saindo da parada de 2 apoios (parada de mão)

4. Realizar três dos exercícios de equilíbrio a seguir, com técnica e movimentos elegantes:

a. parada de 2 apoios (parada de mão) saindo da posição de parada de 3 apoios (parada de cabeça)

b. parada com uma mão (alternativa para moças: ponte de costas com parada de 3 apoios - parada de cabeça)

c. rolamento, parada de 2 apoios (de mão) e giro de 360°

d. prancha com dois braços (alternativa para moças: posição de parada de 2 apoios de mãos - descer ao apoio livre-esquadro em ângulo agudo)

e. prancha com um braço (alternativa para moças: giro de 360° na parada de 2 apoios - parada de mãos)

f. parada de 2 apoios (parada de mãos) com pernas cruzadas (Yoga)

g. parada de 2 apoios (parada de mãos) iniciada de apoios de frente (alternativa para moças: parada de 2 apoios (parada de mãos) com esquadro afastado

5. Executar com boa forma 3 dos seguintes exercícios duplos (no caso de duplo masculo-feminino, o homem deve servir de base.

a. lançamento de costas

b. parada sobre braços (baixo)

c. parada sobre braços (alto)

d. parada sobre mãos (baixo)

e. parada sobre mãos (alto)

f. esquadra em ângulo sobre mãos (baixo)

6. Executar qualquer uma das seguintes combinações, com boa forma.

a. rodante, flic-flac, rolamento de costas

b. rodante - dois flic-flac

c. mortal para frente - flic-flac

d. rodante - rolamento de costas - flic-flac

e. mortal com parafuso - rolamento de frente

f. rolamento de costas

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Mergulho Autônomo

Clube de Desbravadores Safari ,

(Necessário o acompanhamento de instrutor)

Nota: A seguir estão alguns pré-requisitos. Ter pelo menos 15 anos de idade. Ter a especialidade Mergulho Livre. Ser capaz de nadar 15 metros por baixo da água. Nadar e flutuar continuamente durante 30 minutos cobrindo um mínimo de 300 metros durante este período.

Passar num curso padrão de Mergulho ministrado por instrutor reconhecido.

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Mergulho Autônomo - Avançado

Clube de Desbravadores Safari ,

(Necessário o acompanhamento de instrutor)

1. Ter a especialidade de Mergulho Autônomo, e registrar um mínimo de dez mergulhos de 35 pés.

2. Passar com uma boa nota num curso ministrado por instrutor reconhecido.

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Mergulho Livre

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Completar a especialidade Natação – Intermediário.

NOTA - Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário saber nadar para praticar o mergulho livre, pois na natação você aprende a ficar na superfície, o contrário do mergulho. Mas algumas noções são importantes, assim como a familiaridade e agilidade em ambiente aquático.

2. Mencionar três pré-requisitos para uma pessoa que deseja fazer mergulho livre.

A pessoa deve ter espírito de aventura, amor à natureza, familiaridade com a água, interesses ecológicos ou curiosidade por conhecer novos ambientes e animais.

3. Que equipamentos são essenciais ao mergulho livre?

Essenciais: Máscara, respirador (snorkel) e nadadeiras (pé-de-pato).

Acessórios: cinto lastreado, roupa isotérmica, luvas, lanterna, faca, etc.

4. Discutir os efeitos dos seguintes fatores no mergulho livre:

a. Tipos de praias – Algumas praias têm o início das águas em nível raso e continua assim até afundar gradativamente, outras têm um desnível brusco, afundando de uma só vez. O mergulho no segundo caso torna-se mais aconselhável. Lembrando que nos dois casos o mergulho é diferente, pela diferença de vida marinha, correntes e marés, descritas a seguir.

b. Marés e correntes – As marés podem bater em pontas e cabos, provocando correntezas. As correntes têm o costume de vir por baixo, bater nas encostas e voltar por cima, fazendo um movimento circular. As marés altas e correntes dificultam o mergulho, pois será mais difícil e fundo chegar a locais desejados, tendo-se que fazer equalizações constantes para aliviar a pressão dos ouvidos.

c. Vida marinha – dependendo da vida marinha no local, o mergulhador sabe se poderá mergulhar com segurança, quanto tempo poderá ficar e o que verá. Há locais que encontramos animais pouco amistosos e dificultam um pouco o mergulho. Outros, são muito bons para desfrutar a paisagem, quanto maior o número de invertebrados, melhor a paisagem.

5. Quais as regras de boa conduta no mergulho livre?

O mergulhador deve respeitar o local onde estará explorando. Não deve depredar, provocar os espécimes marinhos ou praticar atos anti-ecológicos. Não deve fazer brincadeiras de mal-gosto com seus companheiros mergulhadores e apenas aproveitar a paisagem marinha e auxiliar os que estão ali para desfrutar deste prazer.

6. Que medidas de segurança deveriam ser seguidas durante o mergulho livre?

O mergulho não é um esporte individual. Sempre que o mergulhador for praticar, deve estar acompanhado de outro mergulhador (chamado de “canga” por alguns). Não deve ficar submerso até esgotar o ar dos pulmões, pois ainda terá que subir. Saber quais são seus limites. Não se distanciar de seu “canga”. Procurar fazer sempre o que for conveniente e de bom senso.

7. Descrever as habilidades necessárias para comunicar-se, evitar a oxidação do sangue, e fazer a limpeza da máscara.

Comunicar-se A comunicação é feita através de gestos que deverão ser treinados e decorados anteriormente

Oxidação do sangue Não subir ou descer muito rápido na água

Limpeza da máscara Para a máscara não embaçar, utilizamos um método meio engraçado, mas muito útil. Passamos saliva no visor, misturada com um pouco de água. É muito prático e eficiente

8. Fazer um teste prático numa piscina, e um mergulho em mar aberto.

Item prático.

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Natação Principiante I

Clube de Desbravadores Safari 06 abril, 2010 ,

Completar o curso de natação da Cruz Vermelha, Nível III, ou as exigências a seguir:

1. Com a água no nível do peito, buscar um objeto no fundo, sem ajuda com os olhos abertos.

2. Com a água no nível do peito, mergulhar e sair da água, submergindo a cabeça completamente 15 vezes seguidas.

3. Mergulhar em água profundas (superfície um pouco acima da altura da cabeça) e ir até um local mais raso da área ou piscina.

4. Saltar da borda lateral, na parte mais profunda da piscina.

5. Saltar na borda lateral da piscina em posição grupada e de joelhos.

6. Dando um impulso, deslizar de bruços, a distância de dois corpos.

7. Dando um impulso, deslizar de barriga para cima, a distância de dois corpos.

8. Nado livre – 9 metros.

9. Nado de costas – 9 metros.

10. Demonstrar a batida de pés básica – 9 metros.

11. Mudar de direção no nado livre de frente.

12. Mudar de direção no nado de costas.

13. Discutir as regras de segurança para o mergulho.

14. Boiar.

15. Pular em águas profundas usando colete salva-vidas.

16. Demonstrar a posição de pedido de socorro durante 1 minuto.

17. Demonstrar a posição grupada durante 1 minuto.

18. Demonstrar a técnica de desobstruir as vias aéreas num resgate de afogados.
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Natação Principiante II

Clube de Desbravadores Safari ,

Completar o curso de natação da Cruz Vermelha, Nível IV, ou as exigências a seguir:

1. Mergulhar em águas profundas, e submergir e emergir várias vezes.

2. Demonstrar as várias posições nas quais se pode boiar.

3. Demonstrar a respiração alternada em água profundas.

4. Saltar da lateral da piscina em duas posições diferentes.

5. Demonstrar a batida básica do nado de costa – 10 metros.

6. Demonstrar braçadas de costas – 5 metros, ou 15 segundos.

7. Nado simples, 25 metros, com respiração alternada.

8. Nado de costas; 25 metros.

9. Demonstrar a batida de peito com ou sem prancha por 25 metros.

10. Com ou sem prancha de natação, demonstrar batida de perna do nado tesoura por 10 metros.

11. Demonstrar a virada numa das paredes da piscina.

12. Movimentar-se na água com qualquer movimento de pernas, durante 2 minutos.

13. Demonstrar respiração de resgate.

14. Assistir uma demonstração de reanimação cardiopulmonar.
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Natação Intermediário I

Clube de Desbravadores Safari ,

Completar o curso de natação da Cruz Vermelha, Nível V, ou as exigências a seguir:

1. Demonstrar respiração alternada.

2. Demonstrar salto com corrida até a borda da piscina.

3. Demonstrar salto esticado (mergulho de cabeça), a partir de um trampolim.

4. Demonstrar salto em águas de pouca profundidade.

5. Nado peito – dez metros.

6. Nadar de lado – dez metros.

7. Nadar sob a água – quinze metros.

8. Demonstrar a batida básica do nado costa – 25 metros.

9. Demonstrar o movimento de perna do nado borboleta (golfinho) – dez metros.

10. Nado simples – 50 metros.

11. Nado de costas – 10 metros.

12. Demonstrar virada de frente.

13. Demonstrar virada de costas.

14. Explicar as regras de segurança para saltos de trampolim.

15. Explicar como se reconhece uma lesão na coluna.

16. Demonstrar como se faz o apoio de quadril a ombros, para carregar alguém que esteja machucado.

17. Demonstrar o salto em pé.

18. Movimentar-se durante dois minutos na água, usando duas batidas de perna diferentes.
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Natação Intermediário II

Clube de Desbravadores Safari ,

Completar o curso de natação da Cruz Vermelha, Nível VI, ou as exigências a seguir:

1. Demonstrar corrida antes do salto em trampolim.

2. Demonstrar salto grupado no trampolim.

3. Nado peito – 100 metros.

4. Nado costas – 100 metros.

5. Batida de peito – 25 metros.

6. Nado de lado – 25 metros.

7. Nado borboleta – 10 metros.

8. Nado de aproximação – 25 metros.

9. Demonstrar a virada do nado peito.

10. Demonstrar velocidade na virada e impulso para a batida de peito.

11. Demonstrar velocidade na virada para o nado crawl.

12. Demonstrar a virada de lado.

13. Demonstrar salto carpado a partir da borda da piscina.

14. Demonstrar salto grupado a partir da borda da piscina.

15. Movimentar-se na água durante 3 minutos (um minuto com as mãos para fora da água).

16. Demonstrar um resgate.

17. Demonstrar como se vira uma pessoa com lesão na coluna de cabeça para cima.

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Natação Avançado

Clube de Desbravadores Safari ,

Completar o curso de natação da Cruz Vermelha, Nível VII, ou as exigências a seguir:

1. Fazer saltos do trampolim, em posições grupada e carpada, assegurando-se que a profundidade da água é adequada.

2. Nadar continuamente 500 metros, em quaisquer combinações de estilo de nado.

3. Nado simples – 200 metros.

4. Nadar em baixo da água – 25 metros.

5. Nado de costas – 100 metros.

6. Nado peito – 50 metros.

7. Nado de lado – 50 metros.

8. Nado borboleta – 25 metros.

9. Demonstrar virada no nado de costas.

10. Fazer resgate dentro da água, usando equipamento.

11. Falar sobre princípios do bom condicionamento, e demonstrá-los verificando seu ritmo cardíaco.

12. Buscar no fundo de uma piscina (2,5m a 3m de profundidade) um objeto do tamanho de um tijolo.

13. Revisar as normas de segurança na água.

14. Movimentar-se na água, sem nadar, durante cinco minutos.

15. Ajudar num resgate com prancha para socorrer vítimas.
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Navegação

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Conhecer pelo menos 20 termos náuticos, usados na navegação.

2. Citar pelo menos três recursos que auxiliam na navegação, e suas funções. Por quem são mantidos?

3. Dar o nome de seis tipos de bóias. O que significam e como são usadas? Mencionar as cores dos seis tipos que você mencionou.

4. Recitar o nome dos oito pontos cardeais de uma bússola. Por que a mesma é tão importante para a navegação? Onde deve estar localizada numa embarcação, e por quê?

5. Citar quatro dos nós mais utilizados na arte de navegar. Saber dar estes nós e mencionar seus principais usos.

6. Familiarizar-se com a leitura e interpretação da carta marítima. Por que tal carta é tão valiosa em águas desconhecidas? Explicar algumas coisas que a carta marítima demonstra. Explicar símbolos usados na mesma, ou duas das bóias mais usadas.

7. Ao participar ativamente em atividade de navegação, quais as três regras de segurança mais importantes que você deveria seguir?

8. O que significa estar adequadamente equipado? Ilustrar sua resposta.

9. O que significa a expressão “regra de rota” ou “ética marítima”?
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Nós

Clube de Desbravadores Safari ,

1. Definir os seguintes termos:

a. seio ou laçada – o nó corrediço é o que representa melhor a laçada. Sua principal característica é o fato de que, quando a extremidade é puxada, o nó se desfará, desde que não haja objeto dentro do laço.

b. ponta corrediça ou vivo – é a ponta com a qual formamos o nó.

c. corda restante ou ponta fixa – parte do cabo que não é usada como ponta de trabalho.

d. nó superior – nó principal dado no momento em que se realiza a amarra.

e. alça de azelha ou laçada com nó – nó simples que forma uma alça (veja no desenho).

f. volta ou laço – toda vez que a corda envolve completamente um objeto voltando a estar próxima de si mesma novamente.

g. curva ou dobra – formação paralela da corda, aplicada a qualquer parte dela.

h. amarra – utilizada para fazer móveis de acampamento com madeiras e cordas.

i. união de cordas – junção de cordas através de dobras, e não das pontas (fixa ou vivo).

j. chicote ou ponta de trabalho – parte da corda que é utilizada no manuseio para fazer o nó.

2. Conhecer os cuidados para conservação de cordas.

Toda a corda tem sua vida útil, para se colocar a vida por "um fio" deve-se ter certeza que a corda está em condições de sustentar a pessoa. A corda deve ser armazenada adequadamente, sem nós e ambiente bom para sua conservação. Se uma corda passar de sua validade (informe-se da validade de sua corda) não arrisque em usá-la para rapel e coisas do tipo, utilize apenas para transportar materiais e coisas que, se ela quebrar, não tenha perigo.

3. Descrever a diferença entre a corda estática e dinâmica.

Nas cordas estáticas, os fios da alma são lisos, dando-lhe a elasticidade natural do Nylon (1 ou 2% quando submetido ao peso médio de uma pessoa). Já nas cordas dinâmicas os fios são um conjunto de cordinhas torcidas ou trançadas e este é o segredo para a absorção de choques, com a elasticidade de cerca de 6 a 10%, ao peso de uma pessoa normal.

A corda estática não tem elasticidade, o que não é desejável numa escalada, onde a pessoa pode cair e com o impacto da queda com a corda, pode quebrar ossos. Já com a corda dinâmica, a elasticidade minimiza o risco. Já num transporte de carga, a corda estática é melhor justamente por não ter elasticidade, o que é indesejável nesta situação.

4. Identificar os tipos de cordas a seguir:

a. poliéster – grande resistência e excelente compatibilidade com outras fibras. Corda estática.

b. sisal – áspera, usada em construção civil e, pelos desbravadores, para fazer pioneirias.

c. nylon – corda resistente e maleável, com filamentos longos; se degrada em contato com o sol.

d. Polipropileno – resistente a agentes químicos, elasticidade, não retêm água e algumas podem flutuar.

5. Quais são algumas vantagens e desvantagens da corda sintética?

São cordas delicadas e merecem cuidados especiais, em função de seu custo. Devem ser lavadas sempre que em contato com lama ou rocha úmida, para que as pequenas partículas abrasivas não machuquem sua estrutura. São sensíveis a ação do sol, que resseca a fibra e desbota sua coloração. Recomendável variar o ponto do nó ou da fixação distribuindo o esforço, para que não haja ruptura das fibras aloucadas na parte superior do nó.

6. Fazer uma corda de três fios, a partir de materiais encontrados na natureza ou barbante.

NOTA – Utilize os conhecimentos da especialidade de Arte de Trançar para cumprir este item.

7. Fazer uma corda de dois metros com trançado triplo usando material nativo ou barbante.

8. De memória, fazer pelo menos 20 dos nós a seguir, e conhecer seus usos mais comuns, e suas limitações. Demonstrar para o avaliador e apresentar por escrito os nós com suas utilidades. São estes os nós:

a. Volta de Fateixa – ou fateixa. Usado para unir a corda a uma argola.

b. Lais de Guia – Salvamentos, pois a corda não aperta o ventre da vítima.

c. Lais de Guia Duplo – Salvamentos. Na verdade é uma cadeira de salvamento ajustável.

d. Nó Quadrado – geralmente utilizado para propósitos decorativos.

e. Nó Cego – Não serve para nada, é escorregadio e é ensinado para não confundir com o direito.

f. Nó de Carrasco ou de Forca – Utilizado na antiguidade para pena de morte de criminosos.

g. Borboleta – o melhor nó para fazer uma volta que não corre, no meio da corda.

h. Nó de Espia – ou saltiador. Utilizado para descer de um local e recuperar a corda sem subir.

i. Nó Bolina – unir a corda a uma madeira ou ferro.

j. Nó Constritor – utilizado para encurtar cordas.

k. Nó de Espia Duplo – ou saltiador duplo. Utilizado para dar mais segurança que o saltiador.

l. Nó em Forma de Oito – utilizado em escaladas, por alpinistas.

m. Nó de Pescador – unir duas cordas finas, como as de pesca.

n. Nó de Pescador Duplo - unir duas cordas finas, como as de pesca, com maior reforço.

o. Volta do Caçador – unir cordas de maior diâmetro.

p. Volta do Gato – unir a corda a uma argola.

q. Volta do Torto – parecido com o direito, é escorregadio (não é o cego).

r. Volta de Fiel – começar amarras.

s. Nó Prusik – utilizado em escaladas, trava na pressão e solta se liberado.

t. Lais de Guia de Correr – Salvamento.

u. Cadeira de Bombeiro – Salvamento.

v. Catau – encurtar cordas e preservar locais danificados da corda.

w. Nó de Escota – unir duas cordas de diâmetros diferentes.

x. Nó de Correr – ou corrediço. Fazer rabiolas de pipas e amarrar animais ao poste.

y. Nó Direito – amarrar pacotes e terminar amarras.

z. Nó Cirurgião – utilizado para fechar pontos de cirurgias.

aa. Volta de Ribeira – amarrar a corda num tronco e transportá-lo.

bb. Dois Cotes – ou cabeça de sabiá. Unir a corda a uma argola.

cc. Meio-nó Superior ou Nó Único Para Empate – conhecido como nó simples. Começa os nós.

NOTA – Outros nós interessantes: Ordinário, olho de pescador, trapa corrediça, volta paradora, volta esticada, gancho, catau espanhol, catau com nó simples, encapeladura, escota duplo, pescador duplo, azelha, laço, entre outros.

9. Fazer um quadro de nós, demonstrando no mínimo 25 deles.